Dedicação aos estudos faz jovem baiana ser disputada por universidades americanas

Dedicação aos estudos faz jovem baiana ser disputada por universidades americanas

Viver uma infância em um bairro de classe média baixa torna mais difícil o caminho rumo ao sucesso profissional, mas isso não é desculpa para desistir. A baiana Georgia Gabriela Sampaio é a prova de que o estudo vale a pena: moradora da periferia de Feira de Santana, a filha de uma cabeleireira e um comerciante foi disputada por nada menos que nove universidades americanas (Stanford, Columbia, Dartmouth, Yale, Duke, Middlebury, Northeastern, Barnard e Minerva) graças às boas notas e ao seu talento .

Viver uma infância em um bairro de classe média baixa torna mais difícil o caminho rumo ao sucesso profissional, mas isso não é desculpa para desistir. A baiana Georgia Gabriela Sampaio é a prova de que o estudo vale a pena: moradora da periferia de Feira de Santana, a filha de uma cabeleireira e um comerciante foi disputada por nada menos que nove universidades americanas (Stanford, Columbia, Dartmouth, Yale, Duke, Middlebury, Northeastern, Barnard e Minerva) graças às boas notas e ao seu talento .

Para se manter lá, a baiana contará com o auxílio de uma bolsa de estudos, visto que a família não tem condições de bancá-la nos Estados Unidos. A ideia dela é se dedicar às áreas de engenharia biomédica e ciências da computação. A escolha de Georgia tem a ver com um projeto que ela fez e foi selecionado em um programa da empreendedorismo social promovido por alunos da Universidade Harvard, no ano passado — na ocasião, outra brasileira, a Raíssa Müller (à direita da foto), também foi contemplada.

A proposta da baiana era um kit para fazer o diagnóstico de endometriose de forma mais rápida e simples. A doença é uma inflamação da parede interna do útero, que causa muita dor, sangramento e pode levar à infertilidade.

Fonte: R7

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